A ditadura da imagem

Hoje em dia, quantas adolescentes e jovens se deixam enganar por uma enorme mentira: a aparência exterior é tudo! Vales o que vale a tua imagem! Para manter uma boa “fotografia” vale a pena sacrificar tudo!

Num mundo saturado de imagens são especialmente as raparigas que pagam o grande contributo à “fotografia”, começando pelo número de “likes” nas redes sociais. Uma jovem, se não sai desta espiral, entra num concurso de beleza que não acaba e do qual sairá obrigatoriamente “descartada”.

A beleza meramente exterior é um dom emprestado: tem os dias contados! A beleza interior – ser boa pessoa, possuir um coração generoso – é um dom conquistado e deve crescer com o passar dos anos.

Velocidade da vida actual

Uma pessoa, sem nada para fazer, corrompe-se como pessoa. Quantas vezes nos damos conta de que a maior pobreza de muitos é a falta de hábitos de trabalho!

Com tudo isto, podemos concluir que a velocidade da vida — antigamente ou nos dias de hoje — não é algo que depende somente, nem sobretudo, das actividades exteriores.

As actividades exteriores têm importância — ninguém põe isso em dúvida — mas o mais influente é o modo como sabemos gerir o nosso mundo interior.

É preciso aprender a acelerar na vida, no trabalho, nas tarefas que dependem de nós. Isto é algo bom e necessário.

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