Textos sobre educação
1.1. Imaginação viva e em fluir contínuo
1.2. É a idade do “como” e do “porquê”. Pergunta tudo e interessa-se por tudo.
1.3. Capta todas as coisas através da observação, mas esta não é educada nem concentrada, antes pelo contrário, é activa e transbordante.
1.4. Como não interioriza as regras de socialização da conduta, não as aceita.
1.5. Egocêntrica. Tenta que gire tudo à sua volta; para o conseguir, chama continuamente a atenção dos outros sobre si própria.
Há no nosso linguajar diário coisas realmente curiosas. E uma delas é essa expressão tão comum com que comentamos qualquer falha de alguém: “Isso é muito humano”. Há trapaças num exame ou num concurso e dizemos: “É muito humano”. Alguém defrauda o fisco e rematamos: “É humano”. Um homem ciumento faz a vida impossível à [...]
Até certa altura, um aluno pode aprender bem sem que sinta necessidade de estudar: se tiver capacidade de concentração, facilidade para entender aquilo que escuta, boa memória. É difícil, nessa fase, que um filho faça muito mais do que os “trabalhos de casa”, porque ele, muito compreensivelmente, não sente necessidade de se sentar diante de um livro a aprender uma coisa que já aprendeu anteriormente…
No entanto, temos de ter atenção a um “pequeno” detalhe da liberdade que nos pode passar despercebido: estamos obrigados a escolher mas não estamos obrigados a acertar.
Com o mesmo dom da liberdade podemos construir a nossa vida ou destruí-la. Podemos desenvolver-nos ou degradar-nos. Podemos realizar o bem ou deixar-nos arrastar pelo mal.
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