Sexo antes do casamento

As razões normalmente apresentadas para começar a ter relações sexuais com o/a namorado/a são:

Medo de perder a relação.
Pensar que todos o fazem.
Querer provar que se é um verdadeiro homem/mulher.
Curiosidade.
Não querer parecer fora de moda, antiquado/a.
Pensar que é o passo seguinte da relação.
Buscar afecto e ternura.
Querer mostrar que ama.
Pensar que assim prenderá o outro.
Aconteceu sem ser previsto.

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Carta aberta ao meu futuro marido

Não sei quem tu serás e contudo penso em ti frequentemente. Muitas vezes me detenho a divagar sobre o que estarás a fazer neste momento. Sabes, isso é muito importante para mim porque a forma como vives agora determina o tipo de homem que depois serás… e o tipo de homem com quem viverei o resto da minha vida.

Não... [Ler o texto completo]

Virgo

Não quero usar-te. Não tenciono ganhar experiência à tua custa. Não quero que sejas um episódio na minha vida, nem desejo estar de passagem pela tua.

Não penso que a vida seja uma brincadeira, embora se possa brincar com quase tudo. Sou ainda novo e tenho muito que descobrir, mas aprendi a amar aquilo que é sólido e permanece. Sou demasiado ambicioso para querer menos que o máximo, e não trocarei o meu sonho por ilusões, ainda que sejam doces e agradáveis.

Não... [Ler o texto completo]

Namoro prematuro e relações pré-matrimoniais

É prematuro um namoro quando os jovens não sabem situar a atração física dentro da dimensão total da pessoa, isto é, quando não são capazes de sujeitar o instinto às exigências de um amor que compromete todo o ser, corpo e alma. Nesta situação de imaturidade, existe um forte risco de chegarem às mal chamadas “relações pré-matrimoniais”, isto é, à relação carnal entre os namorados. Não pretendo afirmar, porém, que o namoro prematuro seja a única nem a principal causa dessa anomalia.

O... [Ler o texto completo]

Nunca uma rapariga deixou de casar pelo facto de ser virgem

Nunca uma rapariga deixou de casar pelo facto de ser virgem. Pelo contrário, muitas perderam casamento por não o serem, e, quando não perderam, os maridos que as aceitaram experimentaram uma dor intensa ao tomar conhecimento das histórias passadas, pelo que a rapariga acabou a magoar profundamente aquele de quem mais gostava e, portanto, a quem menos quereria causar dor.

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Muitas raparigas sabem que o seu namoro correu bem até ao dia em que aceitaram ter relações sexuais

Muitas e muitas raparigas sabem que o seu namoro correu bem até ao dia em que aceitaram ter relações sexuais. A partir daí o relacionamento começou a azedar arrastando-se penosamente até acabar. Isto para a maioria delas é incompreensível: porque azedou a relação depois da prova suprema de amor? Para além do que se disse no ponto anterior (o rapaz passa a achar que a rapariga não é séria, não é como a mãe dele), há aqui um mal entendido medonho que resulta do facto de a mulher aplicar ao homem o seu modo de ver a sexualidade. Os homens são mais directamente carnais: podem experimentar o simples valor sexual do corpo duma mulher totalmente à margem da sua afectividade ou do seu valor pessoal. O homem é assim e é bom que a mulher o saiba. O facto de estarem a ter relações sexuais não é uma garantia de que o namorado está profundamente apaixonado, envolvido, agarrado, seguro, etc.

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