Educação: Pessoas e histórias

Histórias e casos de pessoas reais com valor educativo. Porque aprendemos com aquilo que nos dizem, é certo, mas aprendemos mais com exemplos vivos, de pessoas concretas, iguais a nós, que podemos imitar encontrando nelas um modelo, ou vendo nelas uma inspiração que nos abre horizontes para a vida que temos pela frente.


O poço de Ryan

Ryan Hreljac é um rapaz canadiano de onze anos. Certo dia escutou na escola a descrição da sede que sofrem, as crianças africanos da sua idade. Ficou muito impressionado, bem como todos os seus colegas, Mas Ryan deu um passo mais: da impressão passou à acção. Prestando serviços domésticos conseguiu 70 dólares. Tinha ouvido que com essa quantia se podia abrir um poço. A Water Can de Otava, companhia que recolhe fundos para África, informou-o de que não bastavam 70 dólares para escavar um poço, mas 2.000. Ryan não se deu por vencido, e aceitou o desafio de conseguir 700 dólares para juntar ao que já tinha, e o que faltasse o cobriria a Water Can. O seu empenho tenaz deu fruto e passado pouco tempo um poço de água brotava na aldeia de Angolo, no Uganda do Norte. A notícia divulgou-se por todo o Canadá, e o projecto de Ryan cresceu até se converter na fundação “Poço de Ryan”. Já conseguiram 750.000 dólares para ajudar pessoas necessitadas de África.

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Narciso

Narciso, antes de ser uma personagem da mitologia grega, era simplesmente um rapaz escorreito, não se pode negar; tinha uma cara de príncipe de conto de fadas, usava o cabelo comprido ou curto conforme a ocasião, vestia com gosto e maquilhava-se só com produtos naturais, absolutamente naturais.

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Liberdade para tudo?

“Sim, eu faço o que quero”, diz o adolescente. Mas logo o vemos escravo da moda. Tem que usar os sapatos que usam os seus amigos, fumar o tipo de tabaco do seu grupo, olhar para as fotografias pornográficas que correm pelas carteiras enquanto fala um professor aborrecido. A sua insegurança torna-o escravo de coisas contingentes, passageiras, por vezes prejudiciais. O drama da droga começa muitas vezes pela falta de personalidade: tudo começa como um jogo, depois como um acto de auto-afirmação no grupo, e o resto vai-se fazendo pelo desejo de prazer e pelos efeitos que a droga deixa, pouco a pouco, na mente e no coração da nova vítima.

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