“Fazer amor”
Na realidade, fazer amor, de verdade, só é possível dentro do casamento, porque só quando duas pessoas se entregaram já totalmente, esse acto é verdadeira expressão do amor total. Se não houve entrega da própria vida mediante o matrimónio, não pode haver expressão autêntica de uma entrega que ainda não existe. O acto sexual fora do matrimónio é uma mentira total. Pelo contrário, se “fazer amor” é amar a sério, expressão da entrega total de um homem e uma mulher para toda a vida, então é algo nobre, santo e bom.
Casamento... [Ler o texto completo]
Corpo de mulher, corpo de mãe
Se um desenhador quisesse traçar em poucas linhas a imagem corporal da mulher, bastar-lhe-ia esboçar o peito e as ancas. E por que tem a mulher esse peito? Há uma razão biológica: porque tem de alimentar os seus filhos. A mulher tem seios porque é uma possível mãe. Se não o fosse, não os teria. Este traço característico da imagem da mulher, que é também um dos motivos que atrai o homem, tem o sentido de ser mãe.
Se... [Ler o texto completo]
Um erro terrível e frequente
Atractivo sexual da mulher Há um modo de olhar para uma mulher que leva a dizer – Que bonita que é! E há outro modo de olhar que leva a dizer – Que boa que ela é! Se fôssemos pela rua com a nossa mãe ou a nossa irmã e ouvíssemos o primeiro, ficaríamos orgulhosos. [...]
Atractivo... [Ler o texto completo]
Prazer e felicidade
Qualquer escolha traz consigo uma exclusão. Por isso é importante acertar quando se escolhe, sem excessivo medo à renúncia, uma vez que nem sempre por detrás de qualquer atractivo está a felicidade. Tanto o prazer como a felicidade andam sempre associados à renúncia.
“Procurava... [Ler o texto completo]
Amor e sexo
Quando o prazer e o amor se unem em entrega mútua, então é possível alcançar um alto grau de felicidade e prazer. Em contrapartida – como escreveu Mikel Gotzon Santamaria – quando se prima pela busca do simples prazer físico, esse prazer tende a converter-se em algo momentâneo e fugidio, que deixa um rasto de insatisfação. Porque a satisfação sexual é na realidade apenas uma parte, e talvez a mais pequena, da alegria da entrega sexual de alma e corpo própria da entrega total do amor conjugal.
O pudor
O pudor é o aspecto da educação que nos leva a apresentar-nos, sempre como pessoas com alma e corpo. É a defesa do aspecto pessoal do corpo, é evitar que apareça como simples objecto sexual. Uma vez que essa experiência do corpo como simples objecto apetitoso está dentro das possibilidades normais de qualquer pessoa, quando nos apresentamos junto dos outros procuramos evitar-lhes que caiam numa consideração meramente animal do nosso próprio corpo. E assim evitamos ser considerados como animais. Porque o nosso corpo é parte da nossa pessoa. O pudor consiste em apresentar o carácter pessoal do corpo. O impudor consiste em apresentar-se como objecto sexual, em destacar o estritamente sexual, de maneira que chame a atenção do outro de maneira imediata.