O domínio dos sentidos

Para educar a sensibilidade, a vontade terá que lutar com uma dinâmica que nem sempre domina. Como sucede com o cavalo que ainda não está domado, por vezes o domínio pode realizar-se só distanciando a vontade do que se sente, rejeitando essa resposta fisiológica que não dominamos. Pouco a pouco, este exercício fará com que o nosso corpo esteja cada vez mais educado. Necessitamos educar a nossa própria sexualidade, aprender a viver o nosso próprio corpo e o corpo dos outros como parte duma personalidade espiritual, como expressão duma alma que é capaz de amar e merece ser respeitada.

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O domínio da imaginação

Sobrealimentar o instinto sexual conduz a um funcionamento desorganizado da imaginação e dos desejos sexuais, do mesmo modo que, se um motor tem demasiada gasolina dentro, não funciona bem, afoga-se. Se uma quantidade excessiva de álcool tem como consequência inevitável a embriaguês, também o sexo tem um tipo de embriaguês particular.

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