educação

Quem somos | Contacto | Colaboração | Novidades por e-mail

 

 Educação

 aborto | família | professor | eutanásia | liderança | vida | pensamentos | belos textos

Início

Psicologia das idades

Filmes

 

Motivação

Vai

Virgo

Morangos com açúcar

Quando não se procura

Na feira medieval

Namoro

fim de namoro

Flores de estufa

O mapa do tesouro

Autodesculpa e mediocridade

Coisas que fazemos

Menina encantada

Liberdade e responsabilidade

Irmãos pequenos do vento

Amor e sexo

O inimigo

Autoridade serviço

Etapas da adolescência

Liberdade para tudo?

Vale tanto a pena!

Ditadores

A importância do sorriso

Motivar o estudo

O jogo das pedrinhas

Arroz de polvo

Censura...

Há algo de mau no prazer?

Nenhuma flor

Ele

Impaciência

Não há problema

Razões para sorrir

O silêncio dos adolescentes

Além das palavras

O castelo

Tudo ou nada

Não temos tempo

À maneira de raiz

Dizer não aos filhos

Dizer não pode ser saudável

Há muitos caminhos

Educar adolescentes

A imaginação das crianças

O tempo livre dos filhos

Colaboração dos filhos

Spartacus

Prémio e castigo

Socorro!

Ser feliz

27 conselhos

Muito mais simples

Drogas leves

Não te preocupes

10 regras

Educar na religião?

Castigar as crianças?

Castigo ou correcção?

Fortaleza

Stresse e solidão

Tempo para os mais novos

Tempo para os mais velhos

Educar os sentimentos

E tu... quem és?

Só uma mãe sabe

Super-amados

Tudo num hospital

Narciso

O poço de Ryan

Gabriel

Sofrer por uma boa causa

Boas notas

 

 

  

Receitas caseiras para motivar o estudo

 

1.- Se o teu filho não estuda não é porque seja frouxo ou irresponsável. Bem sabes que, quando lhe interessa, não o é. Portanto, foca bem o problema. É uma questão de motivações.

 

2.- Normalmente os problemas de estudo apresentam-se na mal chamada idade do "armário". Não te fiques nos slogans ou frases feitas. Dizer que o teu filho não estuda porque está "na idade do armário" é o mesmo que não afirmar nada ou dizer que não estuda...  porque não estuda.

 

3.- A adolescência significa uma mudança de expectativas. Passa-se do "por quê" das coisas a "por que me acontecem ou não me acontecem a mim as coisas".

 

4.- Por isso, o estudo perde o interesse que costuma ser normal numa criança da Primária. Para o adolescente, a sua vida vai por um lado e o estudo por outro.

 

5.- A inteligência do adolescente é uma inteligência sumamente sentimental. As coisas não têm um "por quê" mas um "por quê para mim".

 

6.- Por este motivo, as razões racionais que oferecemos aos jovens para que estudem costumam cair em saco roto.

 

7.- Não te assustes por o teu filho pensar com o coração e não com a cabeça. É bom que isso aconteça na sua etapa de desenvolvimento. Somos feitos assim. Não queiras ir contra a natureza humana.

 

8.- Mas isso não implica que tu, como pai ou mãe, percas o sentido comum. Trata-se de que saibas utilizar essa situação concreta para educá-la e centrá-la.

 

9.- Um adolescente estudará, ou porá mais empenho por estudar, se, sentimentalmente, lhe compensa. Isto é assim e não há que saber psicologia para dar-nos conta e  aceitá-lo.

 

10.- Também, em certo sentido, os adultos somos assim. Trabalhamos melhor, por exemplo, quando nos valorizam e agradecem o nosso trabalho.

 

11.- As mães costumam ser sábias - e não se zanguem os pais - em conhecer os recursos emotivos dos filhos. Aproveita isto para conseguir mudanças de atitudes.

 

12.- Um adolescente estudará com mais intensidade se notar que os pais estão preocupados pela sua indolência para os estudos. E aqui está a chave: nesse "se ele nota". E notar não consiste em que lhe pregues sermões, o castigues, lhe dês prémios, lhe grites ou convertas a tua casa num inferno. Move-o pelo coração. Verás os resultados.

 

13.- O teu miúdo não estuda: excede-te no carinho. Um carinho que não reprova e que não exige nada para ser dado. Fará maravilhas.

 

14.- O teu filho adolescente não estuda?: Sente-se feliz em casa?    

 

Piensa Un Poco, Josemanuel Tarrío, 26.11.03.- . Tradução, para a Aldeia, de MM.

 

«A educação faz com que as pessoas sejam fáceis de guiar, mas difíceis de arrastar; fáceis de governar, mas impossíveis de escravizar.» (Henry Peter)